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A juíza da Infância e Juventude da comarca de Sapé, Maria Aparecida Sarmento Gadelha, baixou uma portaria determinando a proibição da permanência de crianças e adolescentes desacompanhados em vários pontos da cidade depois das 22 horas. A medida tem como justificativa reduzir o consumo de álcool e drogas, além de buscar evitar o aliciamento de menores para a prática da exploração sexual.
De acordo com a magistrada, as crianças e adolescentes não poderão estar, à noite, no Calçadão, praças João Pessoa, João Úrsulo e Roque Santeiro e nem nas proximidades do antigo Hospital Geral de Sapé.
Um esquema de exploração sexual foi denunciado na cidade de Sapé no início de 2007 e dois vereadores chegaram a ser denunciados por envolvimento no esquema, supostamente chefiado por uma estudante de 19 anos, que foi presa, mas acabou sendo liberada.
Originalmente publicado em Paraiba.com.br.

Roque Santeiro está prestes a ir para as telonas. E a produção do filme, que será rodado em 2009 e tem direção de Daniel Filho, já sabe quem quer que interprete a Viúva Porcina. Segundo o jornal O Dia do dia 8 de Outubro, Ana Paula Arósio será a aposta dos produtores.
A assessoria de imprensa da atriz afirmou que desconhece o assunto e que ela ainda não recebeu nenhum convite para fazer parte do longa. Aliás, no momento Ana Paula está viajando.
Texto publicado originalmente no Estrelando.
Amy assombra Londres como uma vela no breu. Mora em Camden Town, reduto dos astros do rock’n'roll que caíram do céu. Tem milhões em sua conta bancária mas vive numa casa pequena que comprou com a ajuda do pai (taxista londrino a mais de trinta anos) no início da carreira de cantora. Amy anda pelas ruas de Camden, sem rumo, sem idéia do que fazer com sua vida emaranhada. Esbarra nos tristes adolecentes que se perderam por ali tambem, que entraram nas ruelas vitorianas e nunca mais saíram.
Cabelos desgrenhados, soltos. Olhos negros e perdidos nos rostos que lhe passam pela frente.
Uma voz de fantasma que pertence a outra era vive dentro de si. Canta sozinha e não percebe os olhares atentos que lhe seguem pelas calçadas sujas de McLixo, cerveja e vômito. Entra num buteco e pede um café. A bebida é amarga, forte, com gosto de peixe. Mata as horas da madrugada no buteco, saindo as vezes para fumar um cigarro, olhar a noite, procurar amigos nos bêbados cambaleando pelas sombras que se perdem no bairro.
Vestida de preto – sempre. Uma vez ou outra um lenço vermelho prendendo os cabelos, batom cor de sangue na boca.












